A IPB também manifestou preocupação com o sigilo sobre partes dos encontros, a realização de juramentos e o uso de uniformes padronizados. Segundo a denominação, esses elementos podem criar vínculos paralelos aos da igreja local e favorecer divisões entre os fiéis.

Outro temor apontado é a mercantilização da fé. A igreja avalia que estratégias de divulgação, identidade visual e cobrança por experiências religiosas podem transformar práticas espirituais em produtos e substituir a atuação regular das comunidades presbiterianas.

Com base nesses argumentos, o Supremo Concílio recomendou que seus integrantes e líderes não apoiem nem participem das atividades dos Legendários. A medida tem caráter de orientação interna, e não de proibição legal ou disciplinar automática.

Em resposta, os Legendários afirmaram respeitar a decisão, mas sustentaram que ela não impede formalmente a participação de presbiterianos. O grupo disse ainda que cada congregação deve avaliar o tema de forma autônoma