Uma mulher morreu após sofrer uma queda durante o desembarque de um avião da Latam no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. O acidente aconteceu na última sexta-feira (29), quando a passageira deixava a aeronave após a chegada do voo LA3785, procedente de Ribeirão Preto. A morte foi confirmada neste domingo (31).
Segundo informações divulgadas pela companhia aérea, a passageira caiu enquanto descia a escada utilizada no desembarque da aeronave. Equipes de atendimento médico foram acionadas imediatamente para prestar os primeiros socorros.
De acordo com a Latam, após a queda, a mulher foi atendida por uma ambulância e encaminhada para uma unidade hospitalar da região. Uma colaboradora da empresa acompanhou todo o atendimento até a chegada dos familiares.
Apesar dos esforços das equipes médicas, a passageira não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias após o acidente.
Em nota oficial, a Latam lamentou profundamente o falecimento da passageira e manifestou solidariedade aos familiares.
A companhia informou ainda que segue os protocolos previstos para situações dessa natureza e reforçou que adota medidas técnicas e operacionais voltadas à segurança dos passageiros durante todas as etapas da viagem.
A concessionária responsável pela administração do Aeroporto de Congonhas, a Aena Brasil, informou que suas equipes médicas foram acionadas logo após o acidente.
Segundo a empresa, após receber os primeiros atendimentos no terminal aeroportuário, a passageira foi removida para a UPA Jabaquara.
Em comunicado, a concessionária também lamentou o falecimento e expressou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.
Até a publicação desta reportagem, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não havia se pronunciado sobre o caso.
As circunstâncias da queda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes para esclarecer as condições em que o acidente ocorreu durante o desembarque da aeronave.
O caso chama atenção para os procedimentos de segurança em operações de embarque e desembarque nos aeroportos brasileiros e deverá ser acompanhado pelas autoridades responsáveis pela aviação civil.