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Haddad diz que Lula não baixa a cabeça para presidente de outro país

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Haddad diz que Lula não baixa a cabeça para presidente de outro país

O ex-ministro Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, afirmou neste domingo (2) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não “baixa a cabeça para presidente de nenhum outro país”. A declaração ocorreu na convenção nacional do PT que oficializou a candidatura de Lula à reeleição, no Expo Center Norte, na zona norte da capital paulista. Com informações de Metrópoles.

Haddad associou a fala ao adversário de Lula, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre seus aliados. O petista disse que Lula não usa boné de chefe de Estado estrangeiro e sustenta os interesses brasileiros “independentemente do teor das ameaças que possam nos ser feitas”.

O candidato ao governo paulista também elogiou a experiência de Lula na Presidência e afirmou que o petista desperta admiração fora do país. “As pessoas gostariam de ter um Lula à sua disposição. Só que o Lula é brasileiro. Só que o Lula é nosso”, declarou.

Na sequência, Haddad disse que Lula seguirá governando “enquanto o mar estiver revolto”. O presidente, aos 80 anos, busca um quarto mandato, o que seria inédito na história política brasileira.

PT homologa chapa de Lula em São Paulo

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, anunciou a homologação da candidatura por volta das 10h. Ele afirmou que o partido iniciaria em seguida o ato político para celebrar uma “construção política histórica” e projetou a reeleição de Lula.

Em seu discurso, Edinho contrapôs o que chamou de “pequenez política” ao legado do presidente. “O presidente Lula fez a sua parte, agora é a nossa vez”, disse, ao convocar partidos e movimentos sociais para a campanha.

O dirigente petista afirmou ainda que a vitória eleitoral apontaria um futuro para a América do Sul e a América Latina. Ele também disse que o Brasil seria capaz de derrotar o fascismo.

A ex-ministra Simone Tebet (PSB), candidata ao Senado por São Paulo, chamou Flávio Bolsonaro de “golpista” durante sua participação no evento. “Não tem dois democratas disputando a eleição. O lado de lá é extrema direita”, afirmou.

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