O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 24,8 bilhões em para o setor agropecuário no primeiro semestre de 2026, maior valor da história. O montante é 430% superior ao primeiro semestre de 2022 (R$ 4,7 bilhões) e 46% acima do resultado de 2025 (R$ 17 bilhões).
“O BNDES tem sido um dos principais parceiros do setor agropecuário brasileiro, com apoio ao para investimentos, capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e para ampliar a capacidade de armazenagem. Além disso, o Banco tem tido orçamentos recordes para o Plano Safra. Este ano, será de R$ 72 bilhões”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Os dados fazem parte do balanço do 1o semestre do BNDES, que serão apresentados na próxima a quarta-feira. Outro destaque do balanço é o aumento de recursos aprovados por cooperativas de para o agro. Chegou a R$ 10,3 bilhões no período, volume 668% superior ao primeiro 2022 e 34% maior que o mesmo período de 2025.
“O fomento ao cooperativos tem sido um eixo estratégico do BNDES, pois essas cooperativas de cumprem um papel estratégico na democratização do acesso ao no Brasil. Estão presentes onde muitas vezes o sistema financeiro tradicional não chega, especialmente em pequenos municípios e regiões rurais. Essas instituições fortalecem o empreendedorismo local, apoiam micro, pequenas e médias empresas e impulsionam a geração de emprego e renda”, diz Mercadante.
Os dados fazem parte do balanço do primeiro semestre do BNDES, que será apresentado na próxima quarta-feira. Outro destaque é o aumento dos recursos aprovados por meio de cooperativas de para o agro. O volume chegou a R$ 10,3 bilhões no período, resultado 668% superior ao registrado no primeiro semestre de 2022 e 34% maior que no mesmo período de 2025.
“O fomento às cooperativas tem sido um eixo estratégico do BNDES, pois essas cooperativas de cumprem um papel estratégico na democratização do acesso ao no Brasil. Estão presentes onde muitas vezes o sistema financeiro tradicional não chega, especialmente em pequenos municípios e regiões rurais. Essas instituições fortalecem o empreendedorismo local, apoiam micro, pequenas e médias empresas e impulsionam a geração de emprego e renda”, diz Mercadante.