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A palhaçada de Milei no Brasil explica por que a Argentina é o país mais odiado do mundo hoje

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A palhaçada de Milei no Brasil explica por que a Argentina é o país mais odiado do mundo hoje

Javier Milei veio ao Brasil para participar da convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República e fez exatamente o que dele se esperava: transformou um evento partidário em um espetáculo de insultos contra as instituições brasileiras.

Durante meia hora de discurso, o fascista argentino chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “presidiário”, atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, xingando-o de “lixo careca”, estimulou o público a entoar gritos de “Lula ladrão” e apresentou Flávio Bolsonaro como o único político capaz de “parar o socialismo” no país.

A cena ajuda a explicar por que a imagem internacional da Argentina sofreu um desgaste sem precedentes, num processo que ganhou força durante a Copa do Mundo de 2026 e ultrapassou em muito os limites do futebol.

Milei e a seleção da Argentina estão irremediavelmente ligados num pacote de racismo, xenofobia, violência, arrogância e estupidez.

Milei é um jagunço de Donald Trump e de Benjamin Netanyahu. É o primo pobre, o otário que, por ser o mais baixo da hierarquia, é capaz das piores vilanias para agradar os tios valentões — que sabem que ele é uma “basura”, mas fingem que é da turma porque suja as mãos com gosto.

A derrota merecida para a Espanha na final apenas tornou tudo mais claro. Em vez de reconhecer o clima hostil criado ao longo da competição, Milei reagiu dizendo que “o mundo verá até onde pode chegar um país cheio de argentinos”.

“LA BASURA CALMA… CALVA NO ME PERMITIÓ VISITAR A MI AMIGO INJUSTAMENTE ENCARCELADO”

No entendemos si odia la calma o la calvicie… LOS FALLIDOS delatan el ODIO y la dificultad oral del Javo 🤷🏻#Lula #FlavioBolsonaro pic.twitter.com/BBn73dT9KC

— Revolución Popular (@RPN_Oficial) July 25, 2026

Casos de racismo envolvendo argentinos se repetem há anos em competições, especialmente na Libertadores. Em 2024, jogadores da seleção argentina entoaram cânticos discriminatórios contra atletas franceses de origem africana, provocando repercussão mundial. Mbappé foi classificado de “cometrabas” (“comedor de travestis”) e de francês “só no passaporte”.

Na final, jogadores argentinos protagonizaram episódios patéticos de antidesportividade, incluindo agressões e atitudes desrespeitosas durante a cerimônia de premiação. Os canalhas viraram as costas para os espanhóis.

A Argentina, admirada outrora por sua produção cultural, seu futebol e sua história de lutas — ainda que com figuras folclóricas como Eva Perón — passou a ser associada a um palhaço de cabelos desgrenhados e a onze maus perdedores, incluindo Lionel Messi.

Havia uma lenda segundo a qual a Argentina era o país com o maior número de psicólogos do planeta. Eis uma profissão de futuro num país quebrado não só economicamente, mas em sua alma e seu caráter.

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