Ricardo Salles, pré-candidato do Novo ao Senado por São Paulo, afirmou nesta segunda-feira (20) que Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro seriam opções mais fortes do que Flávio Bolsonaro para representar o bolsonarismo na disputa pela Presidência.
Durante participação no programa Frente a Frente, do Canal UOL, o ex-ministro disse considerar Eduardo o filho mais preparado politicamente de Jair Bolsonaro. “Tem uma visão política mais aguçada”, declarou.
Salles também comparou diretamente os dois irmãos. Segundo ele, Flávio está mais ligado ao Centrão e às articulações tradicionais da política, enquanto Eduardo “fala melhor, tem melhor postura e é mais combativo”.
O ex-ministro afirmou que mantém apoio a Jair Bolsonaro e que estaria ao lado dele “da primeira à última hora” caso pudesse disputar a eleição. Ao mesmo tempo, separou a liderança do ex-presidente da atuação política dos filhos.
Na avaliação de Salles, Flávio Bolsonaro deveria ter agido para interromper as disputas internas e os ataques dirigidos a Michelle Bolsonaro. Ele disse que o senador, na condição de presidenciável, poderia ter exigido o fim das divisões dentro da direita.
“O Flávio poderia, na qualidade de candidato a presidente, dar um cala-boca e dizer: ‘Está todo mundo proibido de criar essas divisões dentro da direita’”, afirmou. Para Salles, mesmo que não tenha participado diretamente dos ataques, o senador teve responsabilidade por omissão.
Ricardo Salles, pré-candidato do Novo ao Senado por São Paulo, afirmou nesta segunda-feira (20) que Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro seriam opções mais fortes do que Flávio Bolsonaro para representar o bolsonarismo na disputa pela Presidência.
O ex-ministro também disse considerar Eduardo o filho mais preparado politicamente de Jair Bolsonaro. “Tem uma visão política mais aguçada”, declarou.
Salles também comparou diretamente os dois irmãos. Segundo ele, Flávio está mais ligado ao Centrão e às articulações tradicionais da política, enquanto Eduardo “fala melhor, tem melhor postura e é mais combativo”.
Ele afirmou que mantém apoio a Jair Bolsonaro e que estaria ao lado dele “da primeira à última hora” caso pudesse disputar a eleição. Ao mesmo tempo, separou a liderança do ex-presidente da atuação política dos filhos.
Na avaliação de Salles, Flávio Bolsonaro deveria ter agido para interromper as disputas internas e os ataques dirigidos a Michelle Bolsonaro. Ele disse que o senador, na condição de presidenciável, poderia ter exigido o fim das divisões dentro da direita.
“O Flávio poderia, na qualidade de candidato a presidente, dar um cala-boca e dizer: ‘Está todo mundo proibido de criar essas divisões dentro da direita’”, afirmou. Para Salles, mesmo que não tenha participado diretamente dos ataques, o senador teve responsabilidade por omissão.