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Defesa de homem citado em caso de agressão na Fundição Progresso contesta versão e fala em confusão generalizada

Expresso Rio

A defesa do citado no caso envolvendo a influenciadora Carla Lemos durante uma roda de samba na Fundição Progresso, na Lapa, contestou a versão de que ele teria praticado uma agressão intencional e direcionada contra a influenciadora. Carla relatou nas redes sociais que foi atingida durante o evento, sofreu um corte no rosto e precisou levar seis pontos. O caso foi registrado e encaminhado à Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias do episódio e as responsabilidades eventualmente envolvidas.

Segundo a influenciadora, a confusão começou após um desentendimento com homens que estavam próximos ao seu grupo de amigos. Ela afirmou ter sido empurrada, atingida por socos e ter tido as tranças puxadas, além de dizer que outras pessoas precisaram intervir para encerrar a situação. A Fundição Progresso também se manifestou publicamente, lamentando o ocorrido e prestando solidariedade à influenciadora.

Em nota encaminhada ao Expresso Rio, a defesa do cliente apresentou uma versão diferente dos acontecimentos. Os advogados sustentam que ele “não dirigiu qualquer agressão intencional e individualizada” contra Carla e negam que eventual ação tenha sido motivada pela condição de mulher ou pela cor da pele da influenciadora. Segundo a defesa, o episódio teria ocorrido durante uma confusão generalizada, iniciada após um homem, descrito como branco, alto e magro, supostamente dirigir uma ofensa racial contra um amigo negro.

Ainda conforme a versão apresentada pelos advogados, seu cliente teria tentado defender o amigo e, posteriormente, proteger-se de agressões praticadas por várias pessoas, tendo recebido golpes, principalmente na região da cabeça, e chegado a perder a consciência. A defesa afirma, portanto, que não teria existido uma agressão consciente e direcionada contra Carla. Essas alegações representam a versão da defesa e deverão ser confrontadas com depoimentos, imagens, documentos e demais elementos reunidos pela Polícia Civil.

A dinâmica completa do episódio e a eventual responsabilidade individual de cada pessoa envolvida dependem da conclusão da investigação. Até que haja apuração oficial e eventual decisão judicial, as versões apresentadas pelas partes devem ser tratadas como alegações ainda submetidas à verificação das autoridades competentes.

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