O Consulado-Geral do Brasil em Nova York interrompeu seu atendimento ao público na terça-feira (7) devido a uma ordem de evacuação emitida pelas autoridades locais, motivada pelo risco de colapso de um edifício vizinho em reforma, localizado na conhecida 42nd Street, em Manhattan. A decisão foi tomada como medida de precaução após a identificação de deformações em colunas estruturais do prédio, o que levou a uma resposta rápida dos bombeiros e engenheiros, que isolaram a área.
A evacuação foi realizada devido ao risco estrutural identificado no arranha-céu em obras, que apresentou deformações significativas, levando as autoridades a agir preventivamente para garantir a segurança da área. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) divulgou informações sobre a evacuação do prédio onde o Consulado-Geral do Brasil está situado, destacando que a medida foi adotada em virtude do risco de colapso do edifício vizinho.
O Consulado-Geral do Brasil emitiu uma nota informando a suspensão do atendimento presencial e assegurou que novas informações sobre a reabertura seriam divulgadas assim que houvesse condições de segurança adequadas para o retorno das atividades. A ocorrência mobilizou uma grande operação do Corpo de Bombeiros de Nova York (FDNY), que identificou problemas estruturais significativos no edifício em reforma, incluindo colunas rompidas e afundamentos nos pisos.
Diante da instabilidade identificada, os bombeiros estabeleceram uma “zona de colapso”, interditando ruas e determinando a evacuação de hotéis, prédios comerciais, residenciais e estabelecimentos próximos. A operação contou com a participação de cerca de 130 bombeiros e profissionais de emergência. O edifício em questão, anteriormente sede da farmacêutica Pfizer, está passando por uma ampla reforma para ser transformado em um edifício residencial e continua sob monitoramento devido às movimentações identificadas após a intervenção das equipes de emergência.
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