A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) aparece como a candidata com o maior índice de rejeição na disputa por uma vaga no Senado pelo Distrito Federal, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (20) pela Paraná Pesquisas. De acordo com o instituto, 23,9% dos eleitores afirmaram que não votariam na candidata.
Apesar de liderar o índice de rejeição, Michelle segue entre os principais nomes da corrida eleitoral e aparece em segundo lugar nas intenções de voto, atrás da senadora Leila do Vôlei (PDT). Em um dos cenários testados, as duas aparecem em empate técnico dentro da margem de erro.
Michelle lidera rejeição
Segundo a pesquisa, Michelle Bolsonaro registra 23,9% de rejeição. Na sequência aparecem:
- Erika Kokay (PT): 18,2%;
- Izalci Lucas (PL): 10,7%;
- Leila do Vôlei (PDT): 10,1%;
- Bia Kicis (PL): 9,8%;
- Sebastião Coelho (Novo): 8,4%;
- Rafael Prudente (MDB): 8%.
Além disso, 8,5% dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os candidatos apresentados, enquanto 17% responderam que não sabem ou preferiram não opinar.
Leila lidera as intenções de voto
A Paraná Pesquisas simulou três cenários para a eleição ao Senado no Distrito Federal.
No primeiro, sem a participação do governador Ibaneis Rocha, Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto, seguida por Michelle Bolsonaro, com 36%. Erika Kokay soma 28,4%, enquanto Bia Kicis registra 18,3%, Rafael Prudente 15,6% e Sebastião Coelho 9,8%.
No segundo cenário, também sem Ibaneis Rocha e sem Bia Kicis, Leila alcança 40,5%, enquanto Michelle aparece com 37,7%, resultado considerado empate técnico dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais.
Já no terceiro cenário, sem Michelle Bolsonaro e Ibaneis Rocha, Leila amplia a liderança com 41,6%, seguida por Erika Kokay (30,4%), Bia Kicis (20,5%), Rafael Prudente (18,5%), Izalci Lucas (12,5%) e Sebastião Coelho (12,4%).
Como foi realizada a pesquisa
O levantamento da Paraná Pesquisas ouviu 1.500 eleitores do Distrito Federal entre os dias 17 e 19 de julho de 2026.
Segundo o instituto, a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-01326/2026.