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Globo e ANJ defendem informante que caçava Flávio Dino. Por Moisés Mendes

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Globo e ANJ defendem informante que caçava Flávio Dino. Por Moisés Mendes

Jornalistas são cercados, ameaçados e assediados na Justiça todos os dias por poderosos fascistas em todo o Brasil. Mas não merecem notas de apoio da Associação Nacional dos Jornais e, como aconteceu na terça-feira, do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, em defesa de um vigarista que monitorava os movimentos do ministro Flávio Dino e da família dele.

Um blogueiro e influencer, operador da extrema direita, abastecido por informações de um ex-delegado bolsonarista, para que o fascismo maranhense ficasse sabendo dos passos do ministro e até dos seus seguranças. São os dois protegidos pela entidade dos jornais e pelas corporações de mídia.

Uma gangue organizada para aterrorizar Flávio Dino alega agora quebra do sigilo da , por causa de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Bandido não tem , tem comparsa e alcaguete. Por ser de alguém, repassando informações obtidas por meios criminosos, um bandido não deixa de ser bandido.

O caso clássico é o de Walter Delgatti Neto, que entrou no sistema de mensagens dos lavajatistas, expôs o que acontecia em Curitiba e foi condenado. Alguém sabe se alguma vez a Globo lavajatista defendeu a proteção de Delgatti como ?

Mas a Globo acha que, quando é para abastecer a extrema direita, esse tipo de gente pode tudo, porque jornalista às vezes rima com vigarista.

ARSENAL

Esta é a ‘’ que a Associação Nacional dos Jornais e a Globo entendem que deve ser protegida, em nome das liberdades absolutas. A notícia está agora no DCM:

A Polícia Federal apreendeu 26 armas e mais de 700 munições na casa do ex-deputado estadual e delegado federal aposentado Raimundo Cutrim, de 72 anos, durante busca autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a coluna de Carlos Madeiro no UOL. Ele entrou na investigação que apura perseguição e difamação contra o ministro Flávio Dino.

O mandado alcançou Cutrim na terça-feira (11), no inquérito sobre stalking (perseguição) contra Dino. A PF chegou ao ex-parlamentar após analisar materiais recolhidos em março com o blogueiro maranhense Luís Pablo, também investigado no caso.

(Cutrim está em prisão domiciliar por coação de testemunhas e obstrução de processo no caso do assassinato do empresário João Bosco Sobrinho no Maranhão, em 2022, no Maranhão, por Gilbson Cutrim. Há suspeitas de que a perseguição a Flávio Dino tenha relação com esse homicídio, já que o ex-delegado teria tentado proteger Gilbson, que é seu parente distante. Dino está cuidando de desdobramentos desse caso no STF.)

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