Um terremoto de magnitude 7,1 , onde diversas pessoas podem estar presas sob os escombros, segundo a imprensa japonesa. Equipes de resgate trabalham no local em busca de sobreviventes.
Além do desabamento, o tremor provocou incêndios, danificou estradas, pontes e edifícios e deixou cerca de 40 mil residências sem energia elétrica. As autoridades ainda avaliam a extensão dos prejuízos e o número de vítimas.
O impacto também afetou o transporte no país. A circulação de trens foi suspensa, incluindo linhas de alta velocidade, enquanto o aeroporto de Kumamoto interrompeu as operações após fechar sua pista para inspeções de segurança. Assista:
🇯🇵 JAPÃO | Tremor deixou desaparecidos, causou incêndios, cortes de energia e levou mais de 150 mil pessoas a deixarem suas casas.
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— (@agendadopoder) July 28, 2026
Evacuação preventiva e tremores secundários
Diante do risco de novos abalos, o governo japonês determinou a evacuação preventiva de mais de 150 mil pessoas, que foram orientadas a se dirigir a abrigos e centros de acolhimento.
A Agência Meteorológica do Japão alertou que fortes tremores secundários podem ocorrer ao longo da próxima semana, recomendando que a população permaneça em estado de atenção e siga as orientações das autoridades locais.
Feridos, desabamentos e danos à infraestrutura
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou que o terremoto provocou feridos em diferentes regiões, além de danos estruturais significativos.
“Ainda estamos avaliando a extensão dos ferimentos e dos danos materiais, mas fui informada de que já há vários feridos (…) Há cortes de energia e incêndios em algumas áreas, estradas e pontes foram danificados, e edifícios desabaram. (…) Estamos dando prioridade à vida das pessoas”, disse Takaichi.
Segundo a emissora pública NHK, pelo menos 50 pessoas foram encaminhadas a hospitais após o terremoto. Até a última atualização, porém, o governo ainda não havia divulgado um balanço oficial consolidado sobre vítimas.
As cidades de Uki e Hikawa registraram intensidade máxima 7 na escala sísmica japonesa, o nível mais elevado utilizado pelo país para medir os efeitos de um terremoto sobre a superfície.