O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 41% das intenções de voto para o governo de São Paulo, contra 26% do ex-ministro Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). A diferença entre os dois pré-candidatos é de 15 pontos percentuais.
Em uma eventual disputa de segundo turno, Tarcísio marca 48% e Haddad, 32%. Nesse cenário, 9% dos entrevistados se disseram indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam às urnas.
Na simulação de primeiro turno, Vera Lúcia (PSTU) aparece com 3%, Carlos Machado (PCB) tem 1% e Vivian Mendes (UP) também registra 1%. Outros 13% permanecem indecisos, e 15% indicaram voto branco, nulo ou ausência. Para 45%, a escolha para governador ainda pode mudar; 53% dizem ter decisão definitiva.
1/ A nova Pesquisa Genial/Quaest em SP mostra Tarcísio em posição sólida na disputa pelo governo: No 1º turno, Tarcísio tem 41%, contra 26% de Fernando Haddad. Vera Lúcia tem 3%. Carlos Machado e Vivian Mendes têm 1% cada. Indecisos são 13%; Branco/nulo/não vai votar, 15%. pic.twitter.com/sLM5XeiuEc
— Felipe Nunes (@profFelipeNunes) July 29, 2026
Rejeição dos candidatos e avaliação do governo paulista
Haddad lidera o índice de rejeição entre os nomes testados: 58% afirmaram que não votariam nele. Tarcísio registra 37%, enquanto Vera Lúcia tem 12%, Carlos Machado soma 9% e Vivian Mendes, 5%.
A gestão de Tarcísio recebe aprovação de 55% dos eleitores consultados e desaprovação de 29%; 16% não souberam ou não responderam. Na avaliação geral, 39% classificam o governo como positivo, 35% como regular e 20% como negativo.
Questionados se o atual governador merece a reeleição, 55% responderam que sim e 38% disseram que não. Outros 7% não souberam responder à pergunta.
As áreas mais bem avaliadas são atração de empresas, com 49% de avaliações positivas, e infraestrutura e mobilidade, com 44%. Segurança tem 39% de avaliações negativas e saúde registra 36% de avaliação negativa, os maiores índices nesses quesitos.
O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 1.650 eleitores com 16 anos ou mais entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança chega a 95%.