A Prefeitura do Rio apresentou neste sábado (11) o projeto do novo Terminal Intermodal de Campo Grande, na Zona Oeste da capital. O empreendimento faz parte da estratégia de modernização da mobilidade urbana e promete melhorar a integração entre diferentes modais de transporte, beneficiando milhares de passageiros que circulam diariamente pela região.
O terminal será implantado em uma área superior a 22 mil metros quadrados e contará com investimento estimado em R$ 81 milhões. A proposta é criar uma estrutura moderna, capaz de ampliar a eficiência do transporte público e facilitar o deslocamento dos usuários.
Integrado ao Terminal BRT Campo Grande, o novo equipamento reunirá 33 linhas de ônibus municipais e intermunicipais, fortalecendo a conexão entre a Zona Oeste do Rio de Janeiro e municípios da Baixada Fluminense.
Novo terminal vai ampliar integração do transporte
O projeto prevê uma operação integrada entre ônibus convencionais e o sistema BRT, permitindo que os passageiros realizem conexões com mais rapidez e praticidade. A expectativa da prefeitura é reduzir o tempo de viagem e oferecer mais conforto aos usuários.
Além de organizar o fluxo de veículos, o terminal deverá melhorar a distribuição das linhas de transporte coletivo, tornando os deslocamentos mais eficientes para quem utiliza diariamente o sistema público.
A iniciativa faz parte dos investimentos municipais voltados para a expansão da infraestrutura de mobilidade urbana em uma das regiões mais populosas da cidade.
Obras dependem da conclusão da licitação
Segundo a Prefeitura do Rio, a construção do Terminal Intermodal de Campo Grande será iniciada após a conclusão do processo de licitação.
A previsão é que as obras sejam executadas em até dois anos depois da contratação da empresa responsável pelo empreendimento.
Quando entrar em operação, o novo terminal deverá aumentar a capacidade de atendimento da região, promovendo uma integração mais eficiente entre os diferentes meios de transporte e oferecendo melhores condições de deslocamento para moradores da Zona Oeste e da Baixada Fluminense.
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