O policial civil e piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17), aos 46 anos, após ter sido baleado na testa por um tiro de fuzil enquanto pilotava uma aeronave da Polícia Civil do Rio de Janeiro durante uma operação.
A morte foi confirmada por meio de uma publicação nas redes sociais do policial, administradas pela esposa dele, Keidna Marques. A notícia gerou forte repercussão entre colegas de corporação, familiares e autoridades da segurança pública.
Felipe estava internado desde o ataque aéreo registrado durante uma ação policial no estado do Rio de Janeiro. O caso chamou atenção pela gravidade do disparo, que atingiu a região da testa enquanto o agente conduzia o helicóptero oficial.
Na publicação divulgada pela família, a esposa do policial destacou a trajetória de coragem e dedicação de Felipe ao longo da carreira na Polícia Civil.
“Felipe foi um guerreiro do início ao fim”, diz trecho da nota publicada no Instagram.

“Hoje nos despedimos de alguém que deixou sua marca por onde passou. Felipe foi um guerreiro do início ao fim, enfrentando cada desafio com coragem, determinação e fé”, informou a mensagem.
A publicação ainda destacou o legado deixado pelo policial civil. “Sua força inspirou, seu exemplo ficará e o seu amor permanecerá em nossos corações para sempre.”
O episódio voltou a acender debates sobre os riscos enfrentados por agentes de segurança pública durante operações em áreas dominadas pelo crime organizado no Rio de Janeiro.
De acordo com informações divulgadas anteriormente pelas autoridades, o disparo que atingiu Felipe partiu do solo e alcançou a cabine da aeronave policial durante a operação.
O caso mobilizou equipes médicas, integrantes da Polícia Civil e profissionais da segurança pública desde o dia do ataque.
A morte do piloto também provocou manifestações de apoio e homenagens nas redes sociais, principalmente entre policiais, pilotos e amigos próximos da família.
Felipe Marques Monteiro era reconhecido nos bastidores da corporação pela experiência em operações aéreas e pela atuação em missões consideradas de alto risco.
Segundo manifestações publicadas por colegas nas redes sociais, o policial era visto como um profissional respeitado dentro da aviação policial do Rio de Janeiro.
A morte do agente amplia a tensão envolvendo operações aéreas realizadas em regiões de confronto armado no estado.
As circunstâncias do disparo seguem sendo investigadas pelas autoridades competentes. Até o momento, não houve divulgação oficial sobre identificação dos responsáveis pelo ataque que atingiu o helicóptero da Polícia Civil.
O caso continua gerando repercussão política, social e operacional dentro das forças de segurança do Rio de Janeiro, principalmente diante do aumento dos confrontos armados em operações policiais.
Nos próximos dias, a expectativa é de novas homenagens ao policial civil e manifestações oficiais de autoridades da segurança pública fluminense.
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