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Política

Luiz Paulo defende presença de deputados na Alerj durante campanha eleitoral

Por 2 min de leitura Expresso Rio
Expresso Rio
Imagem: Divulgação
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Com a campanha eleitoral oficialmente em andamento, os deputados estaduais do Rio de Janeiro passaram a dividir a agenda entre os compromissos nas ruas e as atividades na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Apesar do entendimento entre lideranças da Casa para manter uma pauta mais enxuta durante o período eleitoral, o deputado Luiz Paulo (PSD), candidato à reeleição, defendeu que os parlamentares mantenham a participação nas sessões plenárias e nas comissões.

Na primeira semana de atividades legislativas após o início da campanha, Luiz Paulo afirmou que pretende conciliar as duas agendas, como já teria feito em eleições anteriores. “A gente pode estar nas ruas em horários que não conflitem com os horários da Assembleia Legislativa”, declarou. Segundo o parlamentar, embora o período eleitoral exija maior presença dos candidatos junto aos eleitores, o exercício do mandato deve continuar normalmente.

O deputado ressaltou que a campanha terá duração de 49 dias e que, nesse intervalo, propostas consideradas relevantes ou de maior complexidade podem chegar ao plenário. “Serão 49 dias de campanha, e muitas sessões aqui na Assembleia Legislativa, em algumas, possivelmente, terão projetos densos que precisarão ser profundamente discutidos”, afirmou. A adoção de uma pauta reduzida, portanto, não representa a interrupção das atividades da Alerj.

Entre os assuntos encaminhados pelo Poder Executivo e que podem demandar análise dos deputados está a indicação de quatro nomes para recompor o Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp). Também estão em discussão mensagens relacionadas à área tributária, incluindo a regulamentação da figura do chamado devedor contumaz e mudanças nas regras para negociação de débitos tributários e não tributários inscritos em dívida ativa.

Luiz Paulo reconheceu ainda que a disputa eleitoral reduz o tempo disponível dos candidatos e exige contato presencial com a população. “Eleição é algo imprevisível, dificílimo, em que o candidato tem que ter contato com o eleitor, e isso não se faz só de forma remota”, disse. Para o parlamentar, o principal desafio ao longo das próximas semanas será encontrar equilíbrio entre a campanha e as responsabilidades legislativas. “Eleição exige a presença física das candidatas e dos candidatos e, com isso, o tempo fica muito mais curto, mas é necessário que a gente consiga fazer essa conciliação temporal”, concluiu.

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