Heliporto Farol de São Tomé mantém certificação ambiental no RJ

Expresso Rio
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Imagem: Divulgação

O Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e o Heliporto Farol de São Tomé receberam a renovação da certificação ambiental e do selo verde por utilizarem energia de origem renovável em suas operações. O reconhecimento foi atualizado em abril e reforça o compromisso das unidades com práticas sustentáveis no Rio de Janeiro.

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Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e o Heliporto Farol de São Tomé – Imagem: Reprodução

As duas estruturas operam integralmente com energia limpa desde março de 2024, quando a Infra Aeroportos implantou o novo modelo energético. A medida contribui diretamente para a redução da emissão de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera e fortalece ações voltadas à sustentabilidade no setor de infraestrutura aeroportuária.

Segundo a Liven, empresa responsável pela certificação ambiental, tanto o Aeroporto Bartolomeu Lisandro quanto o Heliporto Farol de São Tomé utilizam exclusivamente energia elétrica proveniente de fontes renováveis incentivadas desde 1º de março de 2024. O sistema permanece em funcionamento contínuo desde então.

Além da redução dos impactos ambientais, a mudança também trouxe maior estabilidade para o funcionamento das unidades, consolidando uma matriz energética mais limpa e alinhada às práticas sustentáveis adotadas pela Infra Aeroportos.

A iniciativa acompanha um movimento crescente de modernização e responsabilidade ambiental em setores ligados à logística e infraestrutura em diferentes regiões do Brasil. A adoção de fontes renováveis tem sido incorporada como estratégia permanente de gestão, indo além de ações pontuais.

Superintendente do Heliporto Farol de São Tomé, Rosimar Tavares destacou os impactos da mudança na rotina operacional da unidade.

“O sistema passou a fazer parte da própria infraestrutura do heliporto. A operação deixou de depender de modelos tradicionais de fornecimento e passou a funcionar dentro dessa lógica de energia renovável, o que reorganizou o dia a dia da unidade”, afirmou.

Já o superintendente do Aeroporto Bartolomeu Lisandro, Samuel Ferraz ressaltou os benefícios da continuidade do projeto.

“A renovação do selo verde traz previsibilidade na gestão energética e se traduz em melhor eficiência ao Aeroporto para o planejamento operacional do aeroporto”, declarou.

A renovação do certificado ambiental reforça o posicionamento das unidades de Campos dos Goytacazes como referências em sustentabilidade operacional no interior do Rio de Janeiro, em um cenário cada vez mais voltado à adoção de soluções ambientais no setor aeroportuário.

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