O supertufão Bavi deixou um rastro de destruição na ilha de Rota, parte das Ilhas Marianas do Norte, um território americano no oceano Pacífico. Com ventos que atingiram velocidades de até 350 km/h e inundações generalizadas, a população local enfrenta condições extremamente adversas.
De acordo com relatos de moradores e autoridades locais, os danos são significativos em várias regiões da ilha. Embora a situação seja grave, os serviços de emergência continuam a monitorar os impactos do ciclone, trabalhando para mitigar os efeitos da tempestade.
O Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos havia emitido um alerta de risco extremo antes da chegada do supertufão, advertindo sobre o potencial para danos catastróficos e perigos para a vida. O olho do ciclone passou diretamente sobre a ilha, com ventos sustentados de aproximadamente 289 km/h e rajadas que podem alcançar até 350 km/h, equivalente à força de um furacão de categoria 5.
A ilha de Rota, com cerca de 1.500 habitantes, é a mais ao sul das Ilhas Marianas do Norte. As condições meteorológicas extremas aumentam o risco de destruição de estruturas e interrupção dos serviços essenciais. Além de Rota, o supertufão também afetou outras ilhas das Ilhas Marianas do Norte e Guam, outro território americano na região, afetando aproximadamente 210 mil moradores.
As autoridades continuam a avaliar os impactos da tempestade enquanto monitoram a evolução do sistema. A região já enfrentou eventos semelhantes nos últimos anos, incluindo o supertufão Sinlaku em abril, que deixou um rastro de destruição, e o ciclone Mawar em 2023, considerado o mais intenso a atingir o arquipélago em décadas.
Antes da chegada do Bavi, o Serviço Meteorológico Nacional advertiu que um impacto direto sobre Rota poderia tornar grande parte da ilha inabitável por semanas ou até por um período ainda maior, com destruição de residências, queda generalizada de árvores e postes de energia, isolamento de comunidades e interrupções prolongadas no fornecimento de eletricidade.
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