Uma cópia pirata de “A Odisseia”, novo filme dirigido por Christopher Nolan, foi publicada praticamente na íntegra no X e acumulou milhões de visualizações antes de ser retirada do ar. O vazamento chamou atenção não apenas pela extensão do material, mas também pela qualidade do arquivo divulgado.
O vídeo permaneceu disponível durante algumas horas, tempo suficiente para ser compartilhado e reproduzido em larga escala. A conta responsável pela publicação foi posteriormente suspensa pela plataforma, mas cópias do conteúdo podem ter circulado em outros perfis e serviços de compartilhamento.
A Universal informou que detectou rapidamente a publicação irregular e iniciou os procedimentos para remover o arquivo. O estúdio também afirmou que pretende adotar todas as medidas cabíveis para proteger os direitos autorais do longa e responsabilizar os envolvidos no vazamento.
A origem da cópia ainda não foi esclarecida. Relatos sobre o arquivo apontam a existência de marcas-d’água borradas, sinal de que o vídeo pode ter sido obtido a partir de uma versão destinada a exibições internas, imprensa, premiações ou parceiros comerciais.
Essas identificações costumam ser inseridas de forma individualizada justamente para permitir o rastreamento de cópias. Caso os códigos originais possam ser recuperados, eles poderão ajudar a Universal a descobrir quem recebeu o arquivo e em que etapa da distribuição ocorreu o vazamento.
Apesar da repercussão provocada pela publicação pirata, “A Odisseia” mantém forte desempenho comercial. O filme já ultrapassou US$ 640 milhões em bilheteria mundial, indicando que a circulação ilegal não impediu, até o momento, o avanço da produção nos cinemas.