O candidato ao Governo de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, apresentou propostas voltadas à infraestrutura rodoviária, saúde e segurança pública do estado. Entre as medidas defendidas está a possibilidade de cobrança de IPVA sobre aeronaves, helicópteros e motos aquáticas, com a intenção de ampliar a arrecadação destinada, entre outras finalidades, à conservação e melhoria das estradas mineiras.
A eventual implementação da cobrança, no entanto, dependeria da observância das regras constitucionais e da legislação tributária aplicável, além da aprovação das medidas necessárias pelos órgãos competentes. Cleitinho também defende uma revisão dos contratos firmados com concessionárias responsáveis por rodovias pedagiadas em Minas Gerais, especialmente para avaliar tarifas, obrigações contratuais, investimentos previstos e a qualidade dos serviços oferecidos aos usuários.
Outra proposta apresentada pelo candidato é o fortalecimento do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), por meio da ampliação dos recursos destinados ao órgão. A intenção, segundo a proposta, seria aumentar a capacidade de manutenção, recuperação e fiscalização da malha rodoviária estadual.
Na área da saúde, Cleitinho defende maior apoio aos consórcios intermunicipais, modelo utilizado por municípios para compartilhar serviços e estruturas, especialmente em regiões onde a oferta de atendimento especializado é mais limitada. O candidato também afirma que pretende priorizar o Norte de Minas na distribuição de recursos, considerando as demandas de infraestrutura e serviços públicos da região.
Para a segurança pública, uma das medidas anunciadas é a ampliação do sistema estadual de videomonitoramento. A proposta prevê o uso de mais câmeras e ferramentas tecnológicas como apoio às forças de segurança, respeitando as normas relacionadas à proteção de dados, privacidade e utilização de imagens pelos órgãos públicos.
As propostas apresentadas integram a plataforma defendida pelo candidato para Minas Gerais e, caso avancem, algumas delas ainda dependerão de análise jurídica, disponibilidade orçamentária, aprovação legislativa e, quando aplicável, revisão ou negociação de contratos administrativos.




