Por Maradona, por Juan Domingo Perón, por Hebe Bonafini, pelas filhas de todas as Hebes, por seus netos, pelo Che, por Mercedes Sosa, pela ressurreição do peronismo, por Cristina Kirchner, por Alfonsina Storni, pelos cronópios de Cortázar, por Corrientes, por Francisco, pelos religiosos que resistiram, pelos velhinhos e pelas velhinhas que vão às ruas todas as quartas-feiras em Buenos Aires, pelas magias de Buenos Aires, por Evita, pelos mapuches, pelos negros que sobreviveram, pelos guaranis, pelo Caminito, por Piazzolla, por Mafalda, por Gardel, pelo Gauchito, por Índio Solari, pelo Boca, pelo River, por todos os clubes de futebol criados por operários, por nossas brigas, por nossos amores, pela lista infindável das nossas ilusões compartilhadas, por nosso ódio ao fascismo e por Messi.
Por todos eles e por todas elas. Por Moisés Mendes