Seis armas desapareceram do 27º BPM/M (Batalhão de Polícia Militar Metropolitano), unidade da Polícia Militar localizada na zona sul de São Paulo. A corporação abriu um Inquérito Policial Militar para investigar o caso.
A Polícia Militar afirmou que realiza diligências para encontrar o armamento e identificar os responsáveis pelo desaparecimento. “Diligências seguem em andamento para localizar o material e apurar as responsabilidades”, declarou a corporação.
A PM não informou quando percebeu a ausência das armas nem detalhou quais tipos de armamento sumiram da unidade.
O 27º BPM/M fica na rua Rosália Grisi Sandoval, na região que abrange os bairros do Grajaú e de Cidade Dutra.
Furto de metralhadoras no Arsenal de Guerra teve condenações
O desaparecimento no batalhão ocorre após outro caso envolvendo armamento público em São Paulo. Em 7 de setembro de 2023, 21 armas sumiram do Arsenal de Guerra do Exército, em Barueri, na Grande São Paulo.
O lote incluía 13 metralhadoras calibre .50 e oito armas calibre 7,62. As forças de segurança recuperaram 19 unidades nos dias seguintes, mas duas metralhadoras .50 HB Browning continuavam desaparecidas; elas têm capacidade antiaérea.
O então secretário da Segurança Pública paulista, Guilherme Derrite, disse que a venda das armas havia sido negociada com o Comando Vermelho e o PCC. O Exército aplicou punições administrativas a 38 militares durante as investigações, incluindo prisões disciplinares de um a 20 dias, conforme o Comando Militar do Sudeste.
Em junho de 2025, a Justiça Militar condenou em primeira instância nove pessoas acusadas de participação no furto das metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo.