O ativista Marcelo Sá informou, por meio de um vídeo divulgado em suas redes sociais nesta quinta-feira (9), que registrou um boletim de ocorrência na 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, em Campos dos Goytacazes. Segundo o relato apresentado por ele, a medida foi tomada após supostas ameaças que teriam ocorrido durante um desentendimento envolvendo posicionamentos políticos nas redes sociais.

De acordo com Marcelo Sá, a situação começou após debates relacionados ao cenário político local. Ele afirma que, além das discussões públicas nas redes sociais, recebeu uma ligação telefônica com ofensas e, posteriormente, mensagens em aplicativo de conversa que, segundo sua versão, continham ameaças.
Durante o vídeo, o ativista declarou que decidiu procurar a Polícia Civil para formalizar o registro e preservar seus direitos, afirmando possuir capturas de tela das mensagens que, segundo ele, serão utilizadas para instruir o procedimento.
Segundo a manifestação pública de Marcelo Sá, ele pretende acompanhar o andamento da ocorrência e aguardar as providências que poderão ser adotadas pelas autoridades competentes. O ativista também afirmou acreditar na atuação da Polícia Civil e da Justiça para apuração dos fatos.
No mesmo vídeo, Marcelo Sá cita o presidente da Direita Campos, Jorjão Machado, relacionando-o ao episódio por supostamente atuar junto ao deputado federal e pré-candidato à reeleição Carlos Jordy. Ainda segundo o ativista, ele mantém respeito pelo parlamentar, mas defendeu que pessoas envolvidas em episódios semelhantes não deveriam integrar grupos políticos.
As declarações foram feitas exclusivamente por Marcelo Sá em suas redes sociais e, até o momento, não há decisão judicial sobre o caso nem confirmação oficial acerca do conteúdo das alegações apresentadas.
Procurado pela reportagem do Expresso Rio, Jorjão Machado informou que não iria se estender sobre o ocorrido, limitando-se a se pronunciar apenas sobre o fato de seu nome ter sido mencionado nas redes sociais. Ele não comentou o mérito das declarações feitas por Marcelo Sá.

O espaço do Expresso Rio permanece aberto para novas manifestações das partes envolvidas e para a divulgação de informações oficiais que possam surgir durante a apuração do caso.
