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Cristãos são mortos por jihadistas ligados ao ISIS no Congo

Rio de Janeiro2 min de leitura
Expresso Rio
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A violência contra cristãos voltou a chocar o mundo após um massacre atribuído a jihadistas ligados ao grupo terrorista ISIS na República Democrática do Congo (RDC). Mais de 60 pessoas foram mortas na aldeia de Bafwakoa, na região de Mambasa, província de Ituri, no leste do país africano, no fim de abril de 2026.

Segundo informações divulgadas por grupos locais e organizações ligadas à defesa de cristãos perseguidos, os terroristas invadiram a comunidade, incendiaram casas e propriedades e impuseram um ultimato brutal aos moradores: conversão ou morte.

O ataque gerou forte repercussão internacional e reacendeu debates sobre a perseguição religiosa em diversas partes do mundo, especialmente em regiões marcadas pela presença de grupos extremistas armados.

Relatos apontam que os jihadistas agiram com extrema violência durante a invasão da aldeia. Além das mortes, imóveis foram incendiados e famílias ficaram desabrigadas após a ação criminosa.

A região de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, enfrenta há anos conflitos armados envolvendo milícias extremistas e grupos rebeldes. Autoridades locais e organizações humanitárias alertam para o aumento da insegurança e dos ataques contra civis.

O caso voltou a chamar atenção para a situação de comunidades cristãs em países africanos afetados pelo terrorismo e pela instabilidade política.

Entidades internacionais de direitos humanos e grupos religiosos frequentemente denunciam episódios de perseguição contra cristãos em diferentes partes do mundo. Em algumas regiões, ataques contra igrejas, líderes religiosos e fiéis se tornaram recorrentes.

Especialistas apontam que a expansão de grupos extremistas em áreas vulneráveis da África tem ampliado o risco para comunidades locais, principalmente em zonas rurais e afastadas dos grandes centros urbanos.

O massacre em Bafwakoa também provocou manifestações nas redes sociais, onde internautas lamentaram as mortes e pediram orações pelas vítimas e familiares.

O episódio gerou forte comoção entre religiosos e lideranças cristãs ao redor do mundo. Comentários compartilhados nas redes sociais destacaram a gravidade da perseguição religiosa e o sofrimento enfrentado por comunidades cristãs em áreas dominadas por grupos extremistas.

Até o momento, autoridades locais seguem investigando o ataque e monitorando possíveis novas ameaças na região.

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