A apoiadora de Donald Trump Jayme Franklin negou uma teoria conspiratória que viralizou nas redes sociais e dizia que ela usava um dispositivo escondido para acordar o presidente dos Estados Unidos diante das câmeras. “Eu só estou grávida, seus esquisitos”, escreveu ela no X, com emojis de risada.
O episódio ocorreu durante uma cerimônia na Casa Branca, na segunda-feira (10), quando Franklin apareceu atrás de Trump com as mãos sobre a barriga. Nas imagens, o presidente parecia fechar os olhos e inclinar a cabeça enquanto Jay Bhattacharya, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, discursava.
Usuários das redes passaram a chamar Franklin de “The Zapper”, em referência à tese sem provas de que ela carregaria um botão na barriga. A hipótese afirmava que ela receberia um sinal quando Trump adormecesse e acionaria o suposto mecanismo para despertá-lo.
A movimentação das mãos de Franklin foi tratada por publicações virais como indício da teoria, especialmente porque Trump levantou a cabeça após um desses movimentos. Ela atribuiu o gesto à gravidez e não apresentou outra explicação sobre a repercussão.
Trump durmiendo mientras Robert Kennedy Jr lee su discurso con un Parkinson galopante. La peligrosa decadencia de los “amos del mundo”… pic.twitter.com/1oukwRl3zB
— Ivan (@caminantes21) August 11, 2026
Quem é Jayme Franklin e por que Trump virou alvo de especulações
Franklin trabalhou na Casa Branca e hoje dirige a The Conservateur, uma publicação voltada ao estilo de vida conservador. Ela acompanhou a cerimônia em que o governo anunciou novas recomendações relacionadas a vacinas infantis.
As gravações reacenderam especulações recorrentes sobre a disposição de Trump em compromissos públicos. O presidente, de 80 anos, já apareceu outras vezes com os olhos fechados ou aparentando sonolência, o que costuma mobilizar comentários nas redes.
A Casa Branca rejeitou anteriormente alegações de que Trump dormiu em cerimônias. Em julho, após imagens dele com os olhos fechados durante o funeral do senador Lindsey Graham, um porta-voz afirmou que o presidente refletia sobre a morte do amigo.
Trump também respondeu a fotografias semelhantes em entrevista concedida em janeiro. “Às vezes tiram uma foto de mim piscando. Eles me pegam no meio da piscada”, disse o presidente.
