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Senadora paraguaia se nega a pedir desculpas a Mbappé por ataque racista e ameaça: ‘Já prendemos o Ronaldinho’

Por 2 min de leitura Expresso Rio
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A senadora paraguaia Celeste Amarilla, cujo ataque racista ao atacante francês Kylian Mbappé gerou uma onda de repúdio, concedeu uma entrevista no Congresso do país nesta terça-feira (7). No entanto, em vez de se retratar, a parlamentar voltou a criticar o jogador.

Amarilla afirmou que suas declarações anteriores forem dadas “a sangue quente”, mas alertou para que o jogador não voltasse a subestimar os paraguaios e lembrou o episódio da prisão do ex-jogador brasileiro Ronaldinho Gaúcho.

“Não se meta com os paraguaios, Mbappé. Nós já mandamos o Ronaldinho para a cadeia”, declarou.

“Mbappé não me pediu desculpas, então não tenho porque pedir desculpas a ele”, voltou a dizer a congressista. Amarilla reiterou a carta pública que publicou nesta manhã e disse que o jogador “deveria lê-la, se souber ler”.

A França eliminou o Paraguai no último sábado (5), e a seleção sul-americana reagiu mal. Provocaram o capitão do time rival, Kylian Mbappé, que não teve papas na língua e respondeu aos jogadores adversários, ainda em campo.

Nas redes sociais, a senadora paraguaia Celeste Amarilla tomou as dores do time e fez ataques racistas contra o jogador. Os insultos criminosos provocaram uma onda de repúdio e levaram a autoridades e organizações esportivas a sair em defesa do jogador.

Horas depois da eliminação paraguaia, a senadora Celeste Amarilla publicou uma série de ataques a Mbappé na rede social X. Nas postagens, ela fez comentários sobre a aparência, a origem e a identidade do jogador, utilizando termos considerados racistas e xenófobos.

“Camaronês colonizado, bancando o durão e fingindo ser francês, ressentido, novo-rico, prepotente e feio” disse, no tuíte. A senadora disse ainda que Mbappé que a coisa mais instruída que o atacante ouviu foram chimpanzés.

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