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Política

Quem são os favoritos para a vaga de vice na chapa de Flávio

Por 2 min de leitura Expresso Rio
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Quem são os favoritos para a vaga de vice na chapa de Flávio
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O PL discute quem será o vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro e precisa fechar a definição até esta quarta (5), prazo final para as convenções partidárias. Rogério Marinho, Priscila Costa, Daniella Marques, Júlia Zanatta e Marcos Pontes aparecem entre os nomes avaliados, segundo o UOL.

A vaga se tornou um dos principais impasses do início da campanha. Flávio tentou atrair partidos do centrão para ampliar o tempo de propaganda eleitoral e a estrutura financeira, mas ainda não firmou um acordo com uma legenda de fora do PL.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) reúne apoio de um grupo que o considera um nome de confiança da família Bolsonaro. Aliados apontam sua interlocução com empresários e com a Faria Lima, além de sua experiência no Legislativo e no Executivo e de seu potencial eleitoral no Nordeste.

A vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL) entrou na lista como alternativa para ampliar a presença da chapa entre mulheres, evangélicos e eleitores nordestinos. Ela esteve no centro da crise entre Flávio e Michelle Bolsonaro após um vídeo divulgado em 24 de junho, e a indicação poderia funcionar como gesto de reaproximação.

Daniella Marques depende de acordo entre PL e Republicanos

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, é apontada por aliados como a preferida de Flávio para a vice. Filiada ao Republicanos, ela só poderia entrar na chapa caso o partido formalizasse uma coligação com o PL, movimento que não avançou até agora.

O senador Marcos Pontes (PL-SP) também figura entre os cotados. Aliados avaliam que o ex-ministro poderia contribuir com trânsito no meio científico e interlocução internacional, embora o partido ainda não tenha indicado uma preferência pública.

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) ganhou força entre os defensores de uma chapa formada apenas por integrantes do PL. Eduardo Bolsonaro apoia o nome da parlamentar, que circula como uma das opções internas caso não haja coligação.

A cúpula do PL também trata a escolha como uma tentativa de melhorar o desempenho de Flávio entre as mulheres, segmento em que pesquisas Datafolha apontam dificuldades. Michelle Bolsonaro é vista como figura importante para esse eleitorado, mas não gravou vídeos nem fez declarações de apoio durante a pré-campanha.

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