William Siri, escolhido pelo Psol para disputar o governo do Rio, construiu a trajetória política a partir da Zona Oeste da capital. Economista e morador de Campo Grande, ele começou a atuar em movimentos sociais antes de chegar à Câmara Municipal, onde exerce o segundo mandato. Em 2021, tornou-se o vereador mais jovem do município.
“Sou o primeiro parlamentar eleito pelo Psol na Zona Oeste, território conflagrado e há décadas abandonado pelo Estado. Vou lutar pelo fim das desigualdades, pela valorização do serviço público e pelos direitos dos trabalhadores”, Antes, em março, fora escolhido para dirigir a bancada do PSOL na Câmara do Rio pelo partido — .
A aproximação de Siri com a política começou em 2014, quando ajudou a fundar o Coletivo TudoNumaCoisaSó, voltado para ações sociais e culturais na região. O grupo desenvolveu projetos em diferentes bairros da região, incluindo iniciativas de educação e participação social. A experiência também aproximou o vereador de pautas relacionadas às desigualdades territoriais e ao acesso a serviços públicos.
Iniciativas
Antes de conquistar uma cadeira na Câmara, Siri trabalhou em mandatos parlamentares e disputou eleições. Em 2018, recebeu 14.212 votos na eleição para deputado estadual. Dois anos depois, foi eleito vereador do Rio com 9.957 votos.
Na Câmara Municipal, sua atuação se concentrou em temas como educação, trabalho, desenvolvimento territorial, meio ambiente e serviços públicos. Atualmente, preside a Comissão de Trabalho e Emprego e tem defendido os servidores públicos e medidas contra a precarização das relações de trabalho.
Entre as iniciativas destacadas por Siri está a defesa de políticas voltadas à emergência climática e à preparação da cidade para eventos extremos, especialmente em áreas consideradas mais vulneráveis.
Criado em uma família evangélica, Siri participou da organização da Caminhada pela Liberdade Religiosa da Zona Oeste e da criação do Movimento Inter-religioso da Zona Oeste (MIRZO). Em 2021, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Ordem dos Capelães do Brasil pelo trabalho relacionado à liberdade religiosa.
Em sua atuação, também aparecem temas como mobilidade, cultura, educação e redução das desigualdades socioeconômicas. Agora, Siri mira o Palácio Guanabara prometendo uma “revolução na educação” que, segundo ele, permeará os demais temas de sua candidatura.