A Quaest decidiu não fazer pesquisas nem monitoramentos para candidatos ou partidos durante a campanha eleitoral deste ano, restringindo sua atuação a contratos já definidos com veículos e empresas privadas. Com informações de Lauro Jardim, do O Globo .
O instituto comandado por Felipe Nunes concentrará sua operação na entrega de mais de 200 pesquisas encomendadas pela Globo e por afiliadas da emissora.
A decisão também inclui a manutenção de levantamentos de acompanhamento, conhecidos como trackings, e pesquisas qualitativas contratadas por empresas privadas interessadas em medir a evolução do cenário eleitoral.
Com isso, candidatos e siglas que buscariam contratar a Quaest diretamente para monitorar disputas locais ou nacionais ficarão fora da carteira do instituto neste ciclo de campanha.
Contratos com veículos e empresas privadas ocupam a agenda
As pesquisas contratadas pela Globo e suas afiliadas formam o principal bloco de trabalho informado para o período eleitoral, com entregas previstas em diferentes praças.
Os trackings contratados por empresas privadas servem para acompanhar variações de intenção de voto e percepção do eleitorado ao longo da campanha, enquanto as qualitativas buscam captar avaliações e tendências que não aparecem apenas em números.
A movimentação ocorre em um ano em que partidos e pré-candidatos intensificam o uso de pesquisas para definir alianças, testar nomes e calibrar estratégias antes e durante a disputa.




