Oficializada candidata ao Senado pelo Distrito Federal, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) montou uma rede de familiares e aliadas para sustentar sua campanha eleitoral. Ela afirmou que não conseguirá manter a agenda cheia diária comum entre candidatos.
Michelle disse que está “presa” junto com Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A situação, segundo ela, limita sua presença em reuniões e compromissos de campanha no Distrito Federal.
Diego Torres, irmão da ex-primeira-dama, será o suplente na chapa e já assumiu protagonismo no início da corrida eleitoral. Ele integra a estratégia para representar Michelle em atividades nas quais ela não possa comparecer.
Na convenção do PL-DF, no domingo (2), Diego leu uma carta de Michelle Bolsonaro. A candidata não participou do evento porque havia sido internada após crises de enxaqueca.
Celina Leão, Damares Alves e Bia Kicis levarão nome de Michelle aos eleitores
A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), relatou que Michelle teme não conseguir atender todos os compromissos. “A Michele falou o seguinte: ‘Eu tenho muito medo de não dar conta de ir a todas as reuniões’”, disse Celina durante a convenção.
A senadora Damares Alves se comprometeu a ocupar os espaços em que a candidata não estiver. “Onde você não for, eu vou estar lá”, afirmou Damares, segundo o relato de Celina.
Bia Kicis (PL), que disputa o Senado em dobradinha com Michelle, também terá função na campanha corpo a corpo no Distrito Federal. A parlamentar integra o grupo de aliadas encarregado de levar o nome da ex-primeira-dama aos compromissos eleitorais.
A ausência de Michelle na convenção ocorreu após sua internação por crises de enxaqueca, mas a leitura da carta por Diego Torres marcou o pontapé inicial de sua campanha no Distrito Federal.




