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Menina de 3 anos é retirada da família após vídeo mostrar agressões em prédio na Rússia

Por 2 min de leitura Expresso Rio
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Um vídeo registrado por câmeras de segurança provocou repercussão na cidade de Yaroslavl, na Rússia, após mostrar uma mulher agr3dindo uma cri4nça de três anos dentro da área comum de um prédio residencial no distrito de Zavolzhsky.

As imagens, divulgadas nas redes sociais em 25 de agosto, mostram a mulher atingindo a menina e manuseando de forma viol3nta o carrinho em que ela estava. Segundo a imprensa local, a cri4nça possui deficiência e não conseguiria caminhar sozinha. Após a divulgação das imagens, a polícia identificou a mulher como uma moradora de Yaroslavl de 45 anos.

Agentes responsáveis pela proteção de menores foram até o endereço e decidiram retirar a menina do convívio familiar após avaliarem que as condições existentes representavam risco à vida e à saúde da cri4nça. A menina foi encaminhada para uma instituição especializada, onde deverá permanecer recebendo assistência durante a apuração do caso.

O Comitê de Investigação da Rússia abriu um processo crim1nal para apurar os fatos com base no artigo 117 do Código Penal russo, relacionado ao crime de m4us-tr4tos ou t0rtur4. O presidente do Comitê de Investigação, Alexander Bastrykin, também solicitou um relatório sobre o andamento e os resultados das investigações.

A Procuradoria da Região de Yaroslavl informou oficialmente que colocou o caso sob supervisão e determinou ainda uma apuração sobre a atuação dos órgãos responsáveis pela proteção de crianças e pela prevenção de situações de viol3ncia contra menores. A investigação deverá verificar se as instituições que acompanhavam a família adotaram todas as medidas previstas pela legislação diante de uma situação considerada socialmente vulnerável.

Relatos de moradores divulgados pela imprensa russa apontam que já existiriam preocupações anteriores envolvendo o ambiente familiar. Até o momento, o fato oficialmente confirmado é que a menina foi afastada da residência, está sob proteção institucional e existe uma investigação criminal em andamento para esclarecer as circunstâncias e eventuais responsabilidades.

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