Hugo Leal TCU: deputado apresenta proposta e trajetória

Expresso Rio
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Imagem: Reprodução

Hugo Leal TCU foi o destaque da sabatina realizada nesta segunda-feira (13), quando o deputado federal Hugo Leal apresentou suas credenciais para assumir uma vaga no Tribunal de Contas da União. Segundo informações da sessão na Câmara dos Deputados, o parlamentar defendeu um tribunal com atuação técnica, independente e baseado no diálogo institucional.

A participação ocorreu na Comissão de Finanças e Tributação e integra o processo de avaliação dos candidatos à Corte de contas. De acordo com a apuração, a escolha do novo ministro ocorre em meio a articulações políticas e à busca por perfis com experiência técnica consolidada.

Durante sua apresentação, Hugo Leal destacou a importância do diálogo político para o funcionamento das instituições. Segundo ele, o Parlamento é o espaço legítimo de construção de consensos.

De acordo com o parlamentar, “o diálogo é fundamental para a convergência de ideias”, ressaltando que decisões institucionais devem ocorrer sem ataques e com base no debate democrático.

Ao abordar o papel do Tribunal de Contas, Hugo Leal afirmou que o órgão deve manter sua essência técnica e imparcial. Conforme sua fala, o TCU atua com base em critérios como legalidade, legitimidade e economicidade na fiscalização dos recursos públicos.

Ele também destacou que, após a Constituição de 1988, o tribunal ampliou suas atribuições, tornando-se peça central no controle das contas públicas federais. Ainda segundo o deputado, a autonomia da Corte deve caminhar junto à cooperação com o Legislativo.

Hugo Leal apontou sua atuação na Comissão Mista de Orçamento como um dos principais diferenciais. Segundo ele, a experiência acumulada ao longo de quase duas décadas permite uma análise mais precisa do orçamento federal.

O deputado citou ainda sua participação em momentos relevantes, como a relatoria da meta fiscal de 2015 e a elaboração do orçamento de 2022. De acordo com suas declarações, o conhecimento sobre um orçamento superior a R$ 6 trilhões é essencial para o exercício da função no tribunal.

Ao final da sabatina, Hugo Leal afirmou que a escolha para o TCU deve considerar o histórico profissional e a capacidade futura de atuação. Segundo ele, a trajetória pública é um indicativo relevante para decisões institucionais.

O processo segue em andamento e, conforme informações oficiais, ainda não há definição final sobre o novo ministro. A escolha ocorre em um cenário de análise técnica e articulação política no Congresso Nacional.

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