O governo federal prepara uma nova linha de voltada para entregadores por aplicativo, com o objetivo de facilitar a compra ou troca de motocicletas por meio de financiamentos com juros mais baixos. A iniciativa faz parte de um pacote de medidas voltado para trabalhadores informais e busca reduzir um dos principais custos enfrentados pela categoria: a manutenção e aquisição de veículos.
A proposta segue modelo semelhante ao programa já anunciado para motoristas de aplicativo e taxistas. A intenção é ampliar o acesso ao para profissionais que dependem da motocicleta como principal ferramenta de trabalho e que, atualmente, muitas vezes recorrem a financiamentos com taxas elevadas ou ao aluguel de veículos.
Segundo informações do governo, as discussões ainda estão em andamento e envolvem negociações com instituições financeiras. Bancos e agentes de demonstram preocupação com o risco das operações, já que grande parte dos entregadores atua na informalidade e não possui renda fixa comprovada.
Para viabilizar a medida, o governo avalia mecanismos de garantia capazes de reduzir o risco para as instituições financeiras sem provocar impacto significativo nas contas públicas. Entre as alternativas estudadas estão fundos garantidores e modelos de compartilhamento de risco.
A expectativa é que o programa seja direcionado principalmente para trabalhadores de baixa renda que utilizam aplicativos de entrega como principal
A nova linha de integra um conjunto mais amplo de ações voltadas à ampliação do acesso ao para trabalhadores informais. Entre elas estão programas destinados a motoristas de aplicativo, taxistas e novas etapas do Desenrola, iniciativa voltada à renegociação de dívidas.
Até o momento, o governo não divulgou uma data oficial para o lançamento da medida. Novos detalhes devem ser apresentados após a conclusão das negociações com o setor financeiro.
O que muda para os entregadores?
Caso seja implementada, a linha de poderá oferecer:
Juros menores para financiamento de motocicletas;
Facilidade na troca de veículos antigos;
Redução da dependência de aluguel de motos;
Aumento da capacidade de geração de renda;
Maior acesso ao para trabalhadores informais.
A proposta é vista como uma tentativa de fortalecer a atividade dos entregadores, setor que cresceu significativamente nos últimos anos e se tornou uma das principais s de renda para milhares de brasileiros.




