Os longos filmezinhos de propaganda dos patrocinadores da Copa, nos intervalos do Jornal Nacional, estão no mesmo nível do nosso futebol.
São sem imaginação e precários como peças cívicas que vendem de novo a mensagem verde-amarela da Seleção como a pátria com chuteiras.
São peças de demasia patriótica, quase bolsonaristas. Algumas têm muitos negros, para fazer média com o povo das periferias, mas e daí? Negro só aparece em filmezinho de futebol e agora em propaganda de banco?
Nelson Rodrigues iria se divertir, porque essa relação Seleção-pátria era uma das suas obsessões.
E tem mais essa, que está na capa da Folha:
Passada somente cerca de meia hora da confirmação de seu nome na lista de convocados de Ancelotti, Neymar já havia publicado três vídeos de alguns de seus principais patrocinadores nas redes sociais.
Estava tudo bem combinadinho.
E A MICHELLE?
Neymar vai. Assunto encerrado. Agora a dúvida é se Michelle será chamada pela extrema direita para a vaga de Flávio.
A situação do técnico Valdemar Costa Neto é pior que a do Ancelotti.
CREDIBILIDADE
Chamada de capa para a coluna de Lauro Jardim no Globo:
“A perda de credibilidade de Flávio Bolsonaro na Faria Lima”
O que significa que ele tinha ‘credibilidade’ na Faria Lima.




