Cerca de 40 estudantes do Colégio Estadual Doutor Barros Barreto fizeram uma visita guiada ao Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho nesta terça-feira (30). Durante a agenda, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto as instalações do Arquivo, além de ver os processos de conservação e organização dos documentos históricos. O programa de visitas escolares guiadas foi retomado recentemente.
As visitas são feitas mediante agendamento prévio para grupos de até 40 alunos. Elas acontecem semanalmente às terças e quintas-feiras, das 9h às 10h30 e das 14h às 15h30. As escolas interessadas podem solicitar o agendamento por meio do site Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho (https://arquivodecampos.com.br/), onde também estão disponíveis informações complementares sobre a atividade.

A aluna Nicolly Gomes Magalhães contou que adorou a experiência de conhecer mais sobre a história de Campos. “Achei bem interessante a visita. Muitas coisas eu não conhecia, mas agora eu conheço. A gente mora perto, mas nem fazia ideia sobre como é a história do Arquivo”, comentou.
O universitário Webert Oliveira Rosa, que cursa Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), foi um dos bolsistas que conduziu a visita. “É muito importante fazer com que esses jovens entendam como a cidade se construiu, de onde nossos familiares saíram. Porque é bem importante a gente ter esse conhecimento de como Campos veio se formando até chegar aos dias atuais”, explicou.

A retomada do programa reafirma o compromisso do Arquivo Público Municipal com a democratização do acesso à informação, à memória e ao patrimônio cultural, fortalecendo sua atuação como espaço de pesquisa, conhecimento e cidadania.
“A gente já estava há um tempo sem receber as visitas, mas esse ano voltamos a receber as atividades. É um grande sucesso, as pessoas procuram muito. No nosso portal, a gente abriu o agendamento para visitas escolares. Tem agenda aberta até agosto. E quem vier aqui vai conhecer o nosso trabalho no Arquivo e a história do prédio”, comentou o supervisor de Conservação e Restauração do Arquivo, Luís Felipe Ferreira.