O Velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, na Rio de Janeiro, retoma suas atividades nesta terça-feira (14), seis dias após o incêndio que atingiu a cobertura do espaço. Apesar da reabertura, parte da estrutura segue interditada por decisão da Defesa Civil.
Com a liberação parcial, as atividades esportivas foram reorganizadas para garantir o funcionamento do complexo. O local atende cerca de 5 mil alunos, que passam a frequentar diferentes espaços do Parque Olímpico.
Entre os locais utilizados temporariamente estão a Arena de Tênis, o Parque Rita Lee e o Ginásio Educacional Olímpico (GEO) Isabel Salgado, além de áreas internas no térreo do próprio velódromo. Segundo a administração, os horários das aulas foram mantidos.
O incêndio aconteceu na madrugada da última quarta-feira (8) e exigiu uma ampla atuação do Corpo de Bombeiros. O combate às chamas durou cerca de 14 horas.
Ao todo, 85 militares de 13 unidades participaram da operação, com o apoio de mais de 25 viaturas e uso de câmeras térmicas para monitoramento do local.
De acordo com os bombeiros, o fogo ficou concentrado na lona da cobertura, sem atingir o interior da estrutura.
Após vistoria realizada na quinta-feira (9), a Defesa Civil determinou a interdição parcial do espaço. Entre os pontos afetados está a área onde funciona o Rio Museu Olímpico.
Apesar do susto, não houve registro de feridos, e o acervo do museu foi preservado. Os danos foram considerados pontuais.
O Velódromo do Parque Olímpico é um dos principais equipamentos esportivos da cidade e foi construído para os Jogos Olímpicos de 2016. Desde então, o espaço vem sendo utilizado para formação esportiva e atividades educacionais.


