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Jogadores argentinos não querem conversa com Milei. Por Moisés Mendes

Por 2 min de leitura Expresso Rio
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Jogadores argentinos não querem conversa com Milei. Por Moisés Mendes
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Milei tentou capitalizar a Copa heroica de Messi e seus companheiros de Seleção. Chegou a armar uma recepção do governo aos jogadores que pretendiam viajar a Buenos Aires, mesmo que só com o título de vice.

Messi mandou dizer que não e que não irá voltar agora à Argentina. É a manchete do La Nación. Milei e a irmã Karina ficaram sem ter o que fazer. Porque, ao contrário do que se espalha no Brasil, sem provas, os jogadores não são chegados ao fascista.

E os dois zagueiros deles, Cristian Romero e Lisandro Martínez, passaram por Trump, quando receberam as medalhas de vice, e se negaram a cumprimentá-lo. Que jogador brasileiro teria a coragem de esnobar o fascistão?

Martinez é assumidamente peronista. Como Maradona sempre foi. Mario Kempes, o centroavante de 78, e que esteve na Copa, é outro peronista.

(E aproveitando para esclarecer: é fake news, disseminada inclusive por gente que se diz de esquerda, que os jogadores argentinos não teriam cumprimentado a presidente do México, Claudia Sheinbaum.)

ALMADA

O jornal Página 12 deu sua versão para o constrangimento. Segundo o jornal, fica claro na imagem de vídeo (link abaixo desse texto) que Romero não aperta a mão de Trump. Mas Martinez, que vem um pouco antes, teria apertado a mão do americano, sem olhar seu rosto. O Página 12 acrescenta mais uma informação: o meia Almada também teria se negado a apertar a mão do sujeito.

Abaixo, o vídeo em que Romero esnoba Trump.

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