Pular para o conteúdo
Esportes

Ferran Torres vira nome do título da Espanha na Copa e chama atenção por aniversário raro

Por 2 min de leitura Expresso Rio
ferran-torres-vira-nome-do-titulo-da-espanha-na-copa-e-chama-atencao-por-aniversario-raro
Ferran Torres vira nome do título da Espanha na Copa e chama atenção por aniversário raro
Seguir no Google News
Ouvir texto Pronto

Ferran Torres, atacante da Espanha, marcou o gol do título sobre a Argentina na final da Copa do Mundo de 2026 neste domingo (19) e virou um dos nomes da segunda conquista mundial da seleção espanhola.

O jogador tem 26 anos e nasceu em 29 de fevereiro, data que só aparece em anos bissextos. Desde o nascimento, o dia apareceu no calendário sete vezes, contando a própria data em que nasceu; aniversários no dia exato ocorreram em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.

Nos anos sem 29 de fevereiro, Ferran precisa escolher entre comemorar em 28 de fevereiro ou em 1º de março. Em 2026, ano da Copa, ele não terá a data oficial de aniversário no calendário.

Fora de campo, o atacante atua em defesa da adoção de animais abandonados. Ele já declarou que levaria para casa todos os cães encontrados nas ruas se pudesse e tenta convencer companheiros de equipe a adotar animais.

Cães, tatuagens e a fase difícil no Barcelona

Ferran adotou Milo, um cão abandonado, e já teve Minnie, uma podenga andaluza, e Lluna, uma cadela-lobo checoslovaca. A ligação com os animais também aparece em uma tatuagem de Rex, outro cachorro importante em sua vida.

As tatuagens do espanhol incluem grandes asas inspiradas na fênix, nas costas, acompanhadas pela frase “Você tenta, você erra, você se levanta”. Ele também tem um gladiador com a bandeira valenciana, um peão de xadrez e uma âncora igual à da irmã, Arantxa, com a inscrição “Eu me recuso a afundar”.

As referências à superação têm relação com o período mais difícil do atacante no Barcelona. Pressionado pelo valor de sua contratação e pela falta de gols, Ferran contou que entrou em um “poço sem fundo”, procurou ajuda psicológica e percebeu que a obsessão por marcar havia tirado seu prazer de jogar.

Depois desse processo, ele adotou o apelido “Tubarão” para expressar ambição e movimento constante. Após a conquista espanhola, o técnico Luis de la Fuente afirmou que “Acompanhar estes jogadores é uma honra”, enquanto Lionel Scaloni admitiu a superioridade da campeã: “Eles foram melhores”.

Ouvir texto Pronto