O município de Campos fechou o mês de maio com saldo positivo de grande expressão na geração de empregos com carteira assinada. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foi registrado o saldo de 1.799 vagas formais em maio. Os números registrados durante a gestão do prefeito Frederico Paes são considerados até melhores que os índices nacionais.
Segundo o Caged, o setor de Agropecuária foi o que mais gerou empregos em maio (1.061), seguido dos setores de Indústria (541), Construção (127) e Serviços (109). O setor de Comércio foi o único segmento que registrou um saldo negativo (- 39).
“Os números de Campos são diametralmente diferentes dos números nacionais. Os números para o Brasil foram muito fracos. Os números para o estado do Rio de Janeiro, cujo total só atingiu 9 mil vagas, também foram muito fracos. Já para Campos, a safra representou esse número bastante expressivo”, comentou o diretor de Indicadores Econômicos e Sociais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ranulfo Vidigal.
No acumulado do ano, o saldo é de 2.478 empregos gerados
“Pelos números do Caged, 3 mil pessoas estão empregadas formalmente na coleta da safra, e no setor industrial, 8 mil pessoas estão formalmente empregadas, sendo uma parte bastante expressiva associada ao ciclo da cana-de-açúcar. Tanto isso confirma que nós já vínhamos falando em comentários anteriores que haveria um impacto positivo desse segmento nas estatísticas de emprego de renda. Olhando um pouquinho para frente, nós podemos ver que este número negativo do comércio tende a ser revertido em meses associados à própria Copa do Mundo. Tem um movimento de compras, de vestuário, alimentos, e isso puxa demanda e puxa emprego. O setor de Serviço continuou contratando dentro da média mensal, e nós não podemos deixar de citar esse movimento do Poder Público Municipal, do governo Frederico, de uma política de recuperação do poder de compra do salário do servidor. Como na massa de salário da cidade, a Prefeitura representa 30%, uma política de recuperação do poder de compra, como está sendo colocado em prática a partir de agora sinalizado, vai impactar positivamente a demanda agregada também do setor comercial ao longo do segundo semestre do ano na cidade”, afirmou Ranulfo.