POLíTICA

Suspeito de ligação com Terceiro Comando Puro, deputado Val Ceasa é alvo de

Por Expresso Rio  ·  18 de Junho de 2026  ·  07:56

Suspeito de ligação com Terceiro Comando Puro, deputado Val Ceasa é alvo de
Suspeito de ligação com Terceiro Comando Puro, deputado Val Ceasa é alvo de

Contexto Expresso Rio: O deputado estadual Val Ceasa, o ex-vereador do Rio de Janeiro, Ulisses Marins, atualmente servidor municipal, e um ex-assessor parlamentar são alvos de uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) na manhã desta…

Por que importa: A reportagem foi organizada e contextualizada para facilitar a compreensão dos fatos e seus possíveis impactos para os leitores.

O deputado estadual Val Ceasa, o ex-vereador do Rio de Janeiro, Ulisses Marins, atualmente servidor municipal, e um ex-assessor parlamentar são alvos de uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) na manhã desta quinta-feira (18). Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão contra três agentes públicos investigados por suspeita de envolvimento com a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP).

Val Ceasa é suspeito de manter relações com integrantes da facção criminosa. Ele teria intercedido para evitar a destruição de uma área conhecida como resort do crime, construído pelo traficante Peixão. O MP avança na investigação sobre suposto vínculo do parlamentar com a facção.

As diligências são realizadas por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro da Polícia Civil.

A investigação foi instaurada pela Procuradoria-Geral de Justiça após surgirem indícios de que parlamentares teriam procurado a Polícia Militar para obter informações sobre uma operação sigilosa que previa a demolição de imóveis ligados à organização criminosa em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio.

Agora no gSegundo o MPRJ, os investigados teriam usado a influência dos cargos para alegar que os imóveis seriam destinados à prestação de serviços sociais. No entanto, as apurações indicam que essa justificativa não correspondia à realidade. A operação policial acabou sendo adiada.

Os mandados foram autorizados pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e são cumpridos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na Ceasa e em outros endereços localizados na capital fluminense e no Espírito Santo. As buscas seguem em andamento.

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