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PAAQ e UBSF Ponta da Lama levam atendimento ao acampamento Leonel Brizola 1

Por Expresso Rio  ·  29 de Maio de 2026  ·  17:55

PAAQ e UBSF Ponta da Lama levam atendimento ao acampamento Leonel Brizola 1
PAAQ e UBSF Ponta da Lama levam atendimento ao acampamento Leonel Brizola 1

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Programa de Assistência aos Assentados e Quilombolas (PAAQ) e da Atenção Primária à Saúde (APS), realizou nesta quinta-feira (28) uma ação de atendimento no acampamento Leonel Brizola 1, em parceria com a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Ponta da Lama. A iniciativa teve como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, promovendo acolhimento, assistência médica, vacinação e acompanhamento das famílias do território.

O representante do acampamento, Abdala Mançur, destacou a importância da presença das equipes de saúde na comunidade.

“O trabalho do PAAQ junto com a UBS tem sido muito importante para a gente, porque está trazendo saúde, atendimento médico e assistência de vacinação. Isso tem sido muito bom para as pessoas, que estão cuidando da saúde e recebendo essa dignidade que o povo merece. Os profissionais estão sendo muito atenciosos e isso também é importante, porque o povo se sente acolhido”, afirmou.

A coordenadora do PAAQ, Esthefany Francisco, ressaltou a relevância da atuação integrada entre o programa e as equipes da Atenção Primária à Saúde dentro dos territórios.

“Essa parceria do PAAQ com as UBSFs traz muitos frutos para as comunidades, principalmente quando pensamos no trabalho do técnico de enfermagem e do ACS dentro do território. Eles somam nesse processo de estar próximo da população, mapeando as residências e garantindo um acesso mais contínuo e profundo aos serviços de saúde”, explicou.

O médico da UBSF Ponta da Lama, Luiz Carlos Tavares, chamou a atenção para os casos identificados durante os atendimentos e destacou a importância das ações extramuros.

“A gente encontrou pessoas em situação de grande vulnerabilidade, inclusive pacientes diabéticos sem qualquer tipo de tratamento. Por isso, esse trabalho fora das unidades é tão importante, porque permite alcançar justamente a população que mais necessita e tem dificuldade no acesso aos serviços de saúde”, destacou.

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