Formação sobre Robótica Educacional e Inclusão contempla professores

Formação sobre Robótica Educacional e Inclusão contempla professores

A iniciativa faz parte do Projeto Teia, que propõe uma rede de saberes, na qual a tecnologia serve como suporte direto para estudantes das Salas de Recursos e da Escola de Aprendizagem Inclusiva

A secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia realizou na última semana a formação “Robótica Educacional e Inclusão: Práticas que Transformam a Aprendizagem”, no Palácio da Cultura. A iniciativa faz parte do Projeto Teia (Tecnologias Educacionais para Inclusão na Aprendizagem), que propõe uma rede de saberes, na qual a tecnologia serve como suporte direto para estudantes das Salas de Recursos e da Escola de Aprendizagem Inclusiva.

A ação é uma realização conjunta da Diretoria de Programas e Projetos (DPP), Gerência de Tecnologias Educacionais, Gerência da Educação Especial e a Escola de Formação de Educadores Municipais (Efem).

Pollyanna Pinho, pedagoga e especialista em Educação Especial e Inclusiva, professora orientadora de Tecnologias Educacionais e de Sala de Recursos; e Cristiane Coelho, professora e assistente social, pós-graduada em Psicopedagogia e Supervisão Escolar, também atuando como Professora Orientadora de Tecnologias Educacionais e professora da Sala de Recursos, foram as palestrantes.

Segundo a gerente de Tecnologias Educacionais, Luciane dos Santos Morais, durante a formação, os professores exploraram como a robótica educacional pode ser aplicada para superar barreiras e estimular o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.

O objetivo central é diversificar as ferramentas disponíveis, permitindo que o professor escolha a tecnologia mais adequada para a necessidade de cada estudante. Além da Robótica Educacional, novas etapas do projeto contemplarão o uso de chromebooks e tablets como recurso pedagógico.

“As professoras Pollyanna Pinho e Cristiane Coelho conduziram os trabalhos, trazendo uma abordagem prática sobre como transformar dispositivos digitais em instrumentos de inclusão real no cotidiano escolar. Foi um sucesso!”, explicou Luciane.

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