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Campos sedia reunião de integração da vigilância epidemiológica

A integração entre os setores da vigilância em saúde foi tema de uma reunião promovida pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), nesta quarta-feira (27), na Faculdade de Medicina de Campos. O encontro reuniu profissionais da Vigilância em Saúde dos municípios da região Norte Fluminense, com o objetivo de fortalecer a comunicação entre os serviços e qualificar o preenchimento das fichas de notificação e o monitoramento epidemiológico.

Durante a reunião, foram debatidos temas como a vigilância do óbito materno e infantil, a importância da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh) e o papel estratégico da notificação correta e oportuna para o planejamento das ações de saúde pública.

A enfermeira e técnica de vigilância da SES-RJ, Ana Cristina Durante Orenstein, destacou que o encontro teve como foco o fortalecimento da atuação integrada entre os diferentes setores da vigilância.

“Essa integração é importante para fortalecer todos os integrantes que fazem parte da Vigilância em Saúde, envolvendo os núcleos descentralizados, os núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, o CIEVS e os representantes das áreas técnicas. Trabalhamos questões relacionadas à ficha de notificação da Vigilância do Óbito, especialmente sobre o óbito materno e infantil, além da importância de termos representantes da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar na região. Esse é um momento de troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e fortalecimento do conceito e das práticas da vigilância epidemiológica”, afirmou.

A gerente de Vigilância Epidemiológica da subsecretaria de Vigilância em Saúde (SUBVS), Silvia Martins, ressaltou que a qualificação das informações é fundamental para o acompanhamento da realidade epidemiológica dos municípios.

“O preenchimento correto e oportuno dessas fichas permite conhecer a realidade epidemiológica do município, monitorar doenças e agravos, identificar riscos e desenvolver ações de prevenção e controle mais efetivas. A vigilância do óbito também contribui para identificar causas evitáveis, avaliar a qualidade da assistência prestada e fortalecer estratégias de prevenção de novos casos e óbitos”, explicou.

Participaram da reunião representantes da SES-RJ, entre eles Midiã Peclat, apoiadora técnica da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh); Nathalia Maria da Silva, apoiadora técnica da Renaveh; Carlos Arany, responsável pela Vigilância do Óbito Materno da SES-RJ; Caroline Cyriaco, técnica da Vigilância do Óbito da Tuberculose da SES-RJ; e Ana Cristina Durante Orenstein, enfermeira e técnica de vigilância da SES-RJ.