A TV Globo estuda lançar uma novela vertical e tem a cantora Ana Castela como possível protagonista do novo projeto, segundo informações divulgadas sobre a produção. O formato, pensado especialmente para consumo em celulares, será derivado da atual trama das 19h, Coração Acelerado, e ainda está em fase de desenvolvimento.
A proposta acompanha uma tendência crescente no mercado audiovisual: conteúdos mais curtos, dinâmicos e adaptados para telas móveis. A emissora aposta no modelo como estratégia para ampliar o alcance entre o público jovem e digital.
Projeto aposta em formato voltado para celular
De acordo com apuração, a novela vertical será estruturada com episódios mais curtos e linguagem adaptada ao consumo rápido, priorizando a experiência mobile. O projeto foi desenvolvido pelas autoras Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, e segue em fase de aprovação interna.
A ideia é que a produção funcione como um spin-off da novela das 19h, aproveitando personagens e elementos já conhecidos do público. Ainda não há confirmação oficial sobre a data de estreia, mas a expectativa é que as gravações possam começar ainda este ano, caso o projeto avance nas próximas etapas.
Ana Castela pode assumir papel principal
O nome de Ana Castela surge como principal aposta para liderar a nova produção. Na novela original, a artista interpreta uma personagem ligada ao universo musical e próxima de João Raul, vivido por Filipe Bragança.
A escolha da cantora reforça a estratégia da emissora de integrar nomes populares da música ao entretenimento televisivo. Em declarações anteriores, Ana Castela afirmou que a experiência como atriz foi “nova e divertida”, mas destacou que ainda não decidiu se pretende seguir carreira na atuação.
Spin-off pode trazer personagens já conhecidos
A nova novela deve manter conexões diretas com “Coração Acelerado”, incluindo possíveis participações especiais de personagens já estabelecidos na trama principal. A iniciativa busca aproveitar o engajamento do público com a história original, criando uma expansão do universo narrativo.
Esse tipo de produção derivada tem sido cada vez mais utilizado por emissoras e plataformas de streaming para prolongar o sucesso de conteúdos já consolidados, além de testar novos formatos e linguagens.
Enquanto o projeto segue em análise, a movimentação indica um novo passo da TV Globo na adaptação de suas produções para o ambiente digital. Nos bastidores, a expectativa é de que o formato vertical abra espaço para novas experiências narrativas dentro da teledramaturgia brasileira.


