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Papa Leão XIV vira alvo de acusações de racismo após vídeo circular nas redes sociais

Expresso Rio
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Imagens que circulam nas redes sociais colocaram o papa Leão XIV no centro de críticas e acusações de racismo após um episódio ocorrido durante uma visita oficial à Catedral de Metz, na França. O vídeo mostra uma fila de sacerdotes cumprimentando o pontífice e, em determinado momento, uma interrupção na sequência justamente quando um sacerdote negro aguardava para cumprimentá-lo.

Nas gravações divulgadas, vários religiosos aparecem cumprimentando Leão XIV ao longo do percurso. Quando chega a vez do sacerdote afrodescendente, entretanto, o papa segue adiante sem realizar o cumprimento mostrado anteriormente com outros integrantes do grupo. O religioso aparenta surpresa diante da situação.

A cena passou a ser interpretada por parte dos usuários das plataformas digitais como um possível ato de discriminação racial. Comentários publicados após a circulação das imagens mencionam termos como “discriminação” e “exclusão” e questionam a atitude do pontífice.

As manifestações nas redes, porém, representam interpretações de internautas sobre as imagens e, por si só, não comprovam que a decisão de não cumprimentar o sacerdote tenha ocorrido por motivação racial. Com as informações disponíveis, não é possível estabelecer a razão pela qual Leão XIV interrompeu naquele momento a sequência de cumprimentos.

Leão XIV, nascido em 14 de setembro de 1955 nos Estados Unidos, continuou o percurso durante a visita oficial à Catedral de Metz. O episódio ganhou repercussão justamente pela diferença percebida entre a interação do papa com os sacerdotes anteriores e o momento registrado diante do religioso negro.

Até o momento descrito nas informações disponíveis, o Vaticano não havia divulgado uma declaração oficial explicando o episódio ou respondendo às acusações feitas nas redes sociais. Sem esse posicionamento, a motivação do gesto permanece sem esclarecimento oficial.