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Mundo

Ataques de Israel matam 11 no sul do Líbano e aumentam pressão sobre cessar-fogo

Expresso Rio
Imagem: Divulgação
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Ataques israelenses no sul do Líbano deixaram 11 pessoas mortas durante a madrugada desta segunda-feira (7), em meio ao aumento das tensões envolvendo Israel e o Hezbollah e às acusações de violações do acordo de cessar-fogo. Segundo o Exército de Israel, a ofensiva foi uma resposta ao lançamento de dois drones do Hezbollah contra soldados israelenses.

Durante os bombardeios, um prédio de três andares foi completamente destruído. Livros, móveis e outros objetos ficaram espalhados entre os escombros após os ataques na região.

Após a ofensiva, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel acusou o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, de desrespeitar o cessar-fogo. De acordo com o governo israelense, o grupo estaria tentando reconstruir suas capacidades militares no sul do território libanês.

“O Hezbollah continua tentando reconstruir suas capacidades militares no sul do Líbano. Essas violações não serão aceitas”, afirmou o ministério israelense em uma publicação na rede social X. Israel sustenta que os bombardeios ocorreram em resposta às atividades militares do grupo e ao lançamento dos drones contra suas tropas.

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, reagiu aos ataques e pediu que os Estados Unidos e a comunidade internacional intervenham para interromper os bombardeios israelenses. Aoun classificou o episódio como uma “escalada perigosa” e cobrou medidas para conter o avanço das hostilidades.

As 11 mortes ampliam a tensão no sul do Líbano e aumentam a pressão sobre o acordo de cessar-fogo. Israel acusa o Hezbollah de descumprir os termos do entendimento, enquanto o governo libanês busca apoio internacional para impedir uma nova escalada dos ataques na região.